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Ex-aluno da UCL vira pesquisador na melhor universidade da França

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Formado em Engenharia Civil pela UCL, Rafael Deptulski é um ótimo exemplo de quem aproveitou as oportunidades que surgiram na faculdade. Por meio da parceria da UCL com o programa Ciência sem Fronteiras, em 2013 ele foi estudar engenharia civil na École des Mines de Douai, na França, instituição com a qual a faculdade possui convênio de duplo-diploma. Depois de ter se graduado na UCL e voltado para a França, onde fez mestrado, Rafael foi selecionado pela Sorbonne Universités, considerada a melhor universidade francesa, para realizar pesquisas durante um período de três anos.

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Rafael comentou que sempre sonhou conhecer outros países, mas nunca havia tido oportunidade, até que surgiu a possibilidade de participar do Ciência Sem Fronteiras.

"A UCL prontamente aderiu ao programa, e eu fui selecionado. Em 2014, retornei ao Brasil e fui diplomado em 2015 pela faculdade. Todo o conhecimento que absorvi me motivou a voltar para desenvolver meu mestrado na França. Eu me inscrevi em programas de bolsas para atração de jovens talentos internacionais oferecidos pelas instituições de lá e fui selecionado para o mestrado em Engenharia Civil - Construções Sustentáveis pela École Normale Supérieure Paris-Saclay", contou.

Segundo Rafael, as maiores empresas de pesquisa da França têm como praxe a busca de estudantes que terminam o mestrado para desenvolverem pesquisas do seu interesse.

"Durante a minha formação, fui orientado em diversas pesquisas pelo professor Rachid Bennacer, um pesquisador reconhecido internacionalmente por seus estudos na área de Meios Porosos, Fenômenos de Transporte, Mecânica dos Fluidos e Transmissão de Calor. Foi através dos resultados dessas pesquisas que fui selecionado para desenvolver um estudo sobre a utilização de métodos numéricos na simulação de fenômenos de transporte em meios porosos no Institut de Radioprotection et de Sûreté Nucléaire. Esse instituto é uma estatal francesa responsável pelos estudos e pesquisas em energia e segurança nuclear. A pesquisa será, então, desenvolvida para o IRSN e, ao mesmo tempo, será a minha tese de doutorado", adiantou o engenheiro.

A formação na UCL foi o ponto de partida de todo esse caminho que Rafael percorreu. "O departamento de Relações Internacionais da faculdade, representado pela professora Fabiola Loyola, forneceu o apoio necessário em todos os momentos. Os estudantes precisam aproveitar essas oportunidades e esse aparato.  O Brasil e o Espírito Santo têm todos os ingredientes necessários para serem referências em pesquisa e desenvolvimento. Nós, estudantes, precisamos ser ambiciosos com nossos sonhos, investir inteiramente neles e, perseverar, pois, infelizmente, as oportunidades podem não ser iguais para todos", afirmou.

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